Janeiro – TDAH em crianças e adolescentes

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em crianças e adolescentes: interfaces entre o normal e patológico

A pesquisadora Fernanda Martinhago do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas, da Universidade Federal de Santa Catarina apresentou no dia 29 de janeiro de 2019, a convite da Associação de Pesquisadores Brasileiros na Catalunha, a pesquisa O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em crianças e adolescentes: interfaces entre o normal e patológico no Centro Cultural do Brasil em Barcelona. A pesquisa revela que o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) destaca-se por atingir cerca de 5% a 10% da população infanto-juvenil em diversos continentes, sendo a principal opção de tratamento o uso do metilfenidato (Ritalina). Neste contexto, a pesquisa teve como objetivo compreender como os conteúdos veiculados nas redes sociais (comunidades virtuais) influenciam no modo pelo qual os familiares, membros destas comunidades, entendem o TDAH e o tratamento, bem como lidam com seus filhos com suspeita ou já diagnosticados com TDAH. A pesquisa foi desenvolvida em comunidades virtuais da rede social Facebook. Observou-se que na comunidade virtual constituída por mães de crianças e adolescentes diagnosticados com TDAH, se discute principalmente o uso da medicação para tratamento do TDAH em seus filhos. As narrativas indicam que causa muita angústia em algumas mães darem a seus filhos um medicamento controlado. O sofrimento dos pais mediante as dificuldades de lidarem com seus filhos induz a ideia de que há necessidade de uma solução médica, pois vivemos em uma era em que os percalços da vida tornaram-se patologias.

Link das publicações da pesquisadora: 

https://convibra.academia.edu/FernandaMartinhago

Currículo Lattes da pesquisadora:

http://lattes.cnpq.br/5910321781248829